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Palavras soltas (Love and Hate/ Amor e Ódio)



As palavras soltas de hoje falam sobre amor e ódio. Não devemos criar imagens falsas de  ninguém mas observar bem. Tentar ver, com visão raio-X, desde a sua pele até ao seu verdadeiro valor. E é assim que nos convencemos da sua imutabilidade. Muitas vezes desenhamos personalidades ilusórias que conduzem ao esquecimento qualquer traço ruim de uma pessoa. E caímos. E magoámo-nos. E ... alguém dá-nos a sua mão e uma palavra de conforto. Aprendemos que mais vale não amar nem odiar. Mas é tão bom aquele sentimento de amor quando nos atiramos de cabeça. Mas é tão mau quando caímos redondos no chão e nos partem o coração. O mundo é que torna necessárias todas estas regras. Raiva, cólera ou ódio nas palavras ou no semblante pode matar-nos. É inútil, perigoso, imprudente, ..., desnecessário. Apenas os animais de sangue frio são venenosos. Falar sem elevar a voz apela aos sentimentos e, então, tudo inverte-se. E assim é o amor. O verdadeiro amor. Abraça-me. Bem, mas estas já são outras palavras soltas. Ana Reis


Today my words talk about love and hate. We shouldn't create unreal images about people. We shoul observe them well. We should try to see with x-ray vision from their skin to their true value. And this is how we convence ourselves of its immutability. We often draw illusory personalities that lead us to forget any kind of bad traits of a person. And we fell. And we got hurt. And... Someone gives us a hand and a word of Comfort. We learned that it is better neither love nor hate. But that feeling of blind love is so good. But that feeling of heart breaking it's really bad. The world is responsible for all these rules. And for making them necerrary. Anger, rage or hate in words or on our face can kill us. It is useless, dangerous, reckless, ... unnecessary. Only cold-blooded animals are poisonous. Speaking without raising our voice appeals to feelings and then everything reverses. And so love begins. This is love. True love. Hug me. Well, but these are already another kind of words. Ana Reis

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