Avançar para o conteúdo principal

Palavras soltas - Asas / Wings

 



As palavras soltas de hoje regressam após uma eternidade de ausência. Sentiram falta de escrever. Falta de retomar a escrita que dá asas à imaginação e às próprias asas que haviam esquecido como se voa. É engraçado como todo o ser humano se esquece facilmente de como se voa. Talvez seja o stress do dia-a-dia. Ou a confusão em que todas as cabeças andam. Cheias de tudo, mas mais parecem cheias de nada. E o que fazer para combater isso? Nada. As palavras soltas tentam ser criativas. Tentam pintar, escrever, ouvir música ou tocar música... Mas nem sempre é suficiente para aliviar esta cabeça cheia de tudo e cheia de nada. Bem mas estas já são outras palavras soltas. 

                                                   

Today’s words return after an eternity of absence. They missed writing. They missed returning to the writing that gives wings to the imagination and to the very wings they had forgotten how to use to fly. It is curious how every human easily forgets how to fly. Perhaps it is the stress of everyday life. Or the confusion in which all minds wander—full of everything, yet seeming to be full of nothing. And what can be done to fight this? Nothing. This words try to be creative. They try to paint, to write, to listen to music or to play music… But it is not always enough to ease this mind that is full of everything and full of nothing. But these are another kind words.

Comentários

Mensagens populares deste blogue

A Velha que vivia num sapato (Versão portuguesa (portuguese version))

Era uma vez... (ou podiam ser duas ou três) Uma velha que vivia dentro de um sapato. Mas não era um sapato qualquer! Era uma bota com alguns remendos a descoser. A morada dela era como que encantada e bela. Nas cartas que costumava escrever podia ler-se: Rua Sapato-bota, número quarenta e meio, Uma velha ao vosso serviço sem medo do alheio. Quando a primavera se lembrava de aparecer todos paravam para ver O jardim maravilhoso que aquela bota tinha. Tinha árvores e flores sem fim, E cheiros maravilhosos que se espalhavam por todo o jardim! O portão era pequeno e engraçado e estava um pouco enferrujado. O seu ferro foi envelhecendo com o passar do tempo. E sempre que o abriam era possível saber Quem lá entrava pelo barulho que ele costumava fazer. E o seu telhado era um pouco inclinado. As suas paredes já estavam um pouco gastas do tempo. E a porta estava sempre aberta para quem quisesse lá entrar. E muitos eram os que queriam a velha visitar! No seu...

Palavras Soltas (01/04/2014 Dinâmica de grupo: O Abrigo Subterrâneo)

As palavras soltas de hoje vão falar de memórias. Hoje estive a arrumar o meu sótão, em todos os sentidos, e consegui encontrar as coisas mais maravilhosas por lá perdidas e, algumas, esquecidas. Vou tentar partilhar convosco algumas delas ao longo do tempo, pelo menos as mais relevantes e, de certa forma, engraçadas. A memória de hoje vai para o meu último ano de Licenciatura. Tinha uma disciplina com o nome Dinâmica de Grupos que era bastante interessante por interagíamos muito uns com os outros e tentávamos funcionar como um grupo. Acho que foi um bom trabalho para aprendermos a trabalhar em equipa. Se bem que na prática as coisas não são tal e qual a teoria. Um dos desafios que nos foram lançados ao longo do semestre foi a dinâmica: O Abrigo Subterrâneo. E vou lançar-vos o desafio também. "Imaginem que uma cidade no mundo está sob ameaça de ser bombardeada. Aproxima-se um homem de nós e solicita-nos que tomemos uma decisão imediata. Existe um abrigo subterrâneo que só pode...

Palavras soltas (Children/Filhos)

https://www.youtube.com/watch?v=91kXSOu8bOo As palavras soltas de hoje falam sobre crianças. Hoje aprendi quão difícil é ir à praia sozinho com duas crianças pequenas. Porquê!? Bem, hoje vi um senhor com duas meninas: uma bebé e outra com, mais ou menos, 3 anos (ou 4). No início achei giro e até comentei como era fantástico ver um homem a desenrascar-se tão bem com duas crianças tão pequenas. Levou um guarda-sol. Colocou-lhes protetor solar. Cuidou delas como qualquer pai ou mãe deve cuidar. E toda a gente achou piada a todo este cenário. E onde está o problema?! Bem, o verdadeiro problema começa quando é necessário voltar para o carro para regressar a casa e a areia está a escaldar. Ainda assim parece não haver problema?! Mas se a bebé tem que ir no colo do pai e a menina de 3 ou 4 anos começa aos berros a pedir colo porque a areia está quente. Pede-lhe o pai, que mais parecia um polvo, para que ela calce os chinelos. Calçou um… Calçou outro… Tentou andar. (Acho eu que aquilo ...